terça-feira, 13 de novembro de 2018
A ansiedade não se vê, não se toca. Mas sente-se.
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Sobre a ansiedade...
sexta-feira, 18 de maio de 2018
Tudo o que é o amor
sábado, 26 de agosto de 2017
sábado, 6 de maio de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
Falhei e tenho falhado todos os dias. Estou longe e afastei-me automaticamente mas sem querer de tudo e todos. Sinto-me vazia e sinto que todo o amor que conquistei tenho perdido. Têm sido a batalha mais difícil de todos os tempo. Suportar a dor da ausência de cada amor que me sustenta e suportar todo este peso no coração.
Queria estar como sempre estive, queria nunca falhar, queria ser um exemplo mas tenho sido tudo menos isso. Falho contentemente quando evito situações. Esta não sou eu. Sou eu, sim mas inevitavelmente alterada por circunstâncias da vida que me ultrapassam.
Sinto tantas saudades. Não matam mas têm corroído da uma forma avassaladora.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Do 0
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Para onde?
Nunca ninguém vai conseguir entender o que se passa na minha cabeça por muito que insistam que realmente entendem. Afinal, nunca ninguém viveu o que eu já vivi, e mesmo que sim, cada um sente as coisas de forma diferente, e sim, nesse aspeto fraquejo com uma monotonia incontrolável. Gostava de ser destemida e forte, não baixar os braços e nunca ter vontade de desistir mas, o que é certo é que dentro de mim tudo gira a uma velocidade astronómica, faço de uma adversidade mil. Vem de mim, do que sou, das experiencias que vivi, do que já assisti e há factos que não se alteram, só se fincam cada vez mais dentro de nós como raízes, cada vez mais profundas. Porque é que têm que ser assim? sexta-feira, 25 de março de 2016
Um dia partiste e agora? Agora onde estás?
Todos têm o seu lado de ver a tua partida. Uns ainda choram de cada vez que se fala em ti, outros mostram-se fortes ainda que o seu coração esteja em cacos, uns oram por ti em todas as suas orações, outros lembram-se de ti à sua própria maneira, mas todos concordamos numa coisa, que, estejas onde estiveres, és a estrela mais bonita do horizonte, a estrela com um brilho mais intenso do que todas as outras e todos queremos no fundo acreditar que a tua partida foi apenas terrena pois nunca partirás dos nossos pensamentos e corações, todos acreditamos que és agora o nosso anjo da guarda, o anjo que nos guarda e nos guia sejam quais forem as nossas escolhas e trilhos percorridos.
Se eu pudesse um dia pedir um desejo desejava ver-te mais uma vez para te abraçar de novo, para poder ser-se feita a despedida que ficou por fazer e para te dizer uma última vez o quanto te amo, o quanto lamento que as circunstâncias da vida te tenham levado de mim.
Ninguém imagina a falta que me fazes, o quanto sou amargurada por já não te ter aqui comigo, por não poder contar-te as minhas histórias e aventuras, por não poder partilhar contigo todas as minhas conquistas e todos os momentos importantes da minha vida como fazíamos sempre, ninguém consegue fazer ideia do quanto ainda me dói a ferida entreaberta que a tua ida deixou no meu coração, ninguém sabe as vezes todas que choro por já não te poder ver. Já 3 anos se passaram e podem passar mais 20, 30 ou 100 que eu nunca saberei lidar com a falta que me fazes, apenas tento conviver com isso e manter-me firme e forte. Eras a melhor pessoa que havia no mundo e agora resta-me a lembrança, eras o meu melhor amigo, um dos melhores seres humanos que conheci, eras uma das mais importantes partes de mim e agora resta-me saber viver sem ter esse pedaço que foi retirado de mim, como que se tivessem rasgado um pedaço do meu coração.
Estejas onde estiveres acredito que me ouves de todas as vezes que falo contigo, que lês todos os textos que tão docilmente te escrevo, desejo que isso possa ser verdade, que, já que não te tenho aqui sentado na tua habitual cadeira onde me ouvias, tu possas ler e ouvir tudo o que tenho para te dizer, que me possas ver crescer e que troças pelo meu futuro, que me guies pelos melhores caminhos e quando eu cair que possas ser a força que me ajuda a levantar. Espero que vás acompanhado todas as minhas lutas, assistindo a todas as minhas vitórias e que te orgulhes de mim pois não me perdoaria se te desiludisse.
Meu querido avô, eu amo-te com o amor mais puro de todos e sempre assim será. Volta.
Não tenhas medo da luz acesa
Pois fica a saber que, muitas vezes, privas-me dos teus melhores ângulos como se eu fosse um crítico rasca de um programa de TV e, a qualquer momento, fosse tirar do bolso uma placa com a nota zero, para assim te humilhar e te fazer sair do palco a engolir o choro.segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Incontornável é a vontade que eu tenho de explodir e rever-me em cinzas. O tempo é vago e a luz ao fundo do túnel vai reduzindo conforme o meu estado débil. Vou tentando que a luz não perca a intensidade para que um dia eu me decida levantar de vez, mas sei que posso chegar tarde demais. Os joelhos começam-se a ressentir e pedem para que utilize as pernas para começar de novo, contudo o cérebro não deixa. O coração não permite e a minha alma não aguenta. Numa altura em que tudo é tão frio e sólido a solidão consegue transparecer como a minha mão de baixo de água. E eu, sem conseguir combate-la. Insisto desesperadamente, mas acabo por perder esta batalha diariamente. Ainda não desisti, mas pouco faltará.
domingo, 8 de março de 2015
Última Conversa (ou não)
Quando chego a casa do trabalho, depois de mais um dia terrível, só me apetece falar contigo. Resisto à tentação de te enviar uma mensagem, de saber de ti. Resisto à vontade de querer ficar horas a fio a falar contigo, sobre tudo e sobre nada. Queria contar-te o meu dia, e contar-te de novo tantas coisas que já te contei.
Disseste-me uma vez que te conheço melhor que muita gente, mas não consigo acreditar que seja verdade, nem pouco mais ou menos. E aí ainda fico com mais vontade de te voltar a conhecer. De ficarmos perdidos nas horas, entre beijos e abraços, e acordarmos para a vida mesmo na hora do almoço.
Sinto-me bipolar. Tão depressa sinto raiva de ti como sinto umas saudades horríveis. Que me apertam o peito, me sufocam, que aceleram o coração.
Tenho inveja de toda a gente que ainda tem a sorte de fazer parte da tua vida. E apetece-me chorar.
O estrago que fizeste foi demasiado, eu nunca devia ter-te deixado entrar na minha vida. Foste o meu furacão Katrina, que chegou de forma inesperada, arrasou-me por completo e foi embora mais depressa do que chegou.
Estou bem enquanto não te lembro, enquanto não recordo os nossos momentos, as memórias dolorosas que me deixam um vazio enorme cá dentro.
Só queria conseguir fazer voltar o tempo atrás, ou falar-te de tudo isto abertamente, na condição de que a tua resposta seja a mesma que nos meus sonhos: “também tive tantas saudades tuas”.
Sinto que lidei com duas pessoas completamente diferentes. Ou como se nunca tivesse existido aquele Mágico, misterioso e cativante. Sinto que me magoaste de propósito, como se me tivesses a castigar por ser fraca.
Queria poder mandar-te uma mensagem, marcarmos um café, queria que pudéssemos finalmente ter a conversa que nunca tivemos, a conversa que me prometeste mas que nunca aconteceu.
Já passou mais tempo do que eu gostava, e mesmo assim ainda te trago comigo. Acredito que para ti já seja passado, que fui mais uma pessoa na tua lista, mas eu preciso do meu fecho. Preciso de fazer o meu luto, esquecer de ti, das tuas palavras e dos teus beijos, esquecer o quanto me querias, preciso que me morras. Confesso que imaginei castelos, quando na verdade tudo não passou de uma tenda à beira mar plantada. Confesso que quis ler nas tuas palavras mais do que um simples Sexo, mas acho que nunca irei deixar pensar no “e se?”. Não fui honesta comigo, nem com quem me rodeava. Se calhar nem contigo fui, ou nunca teria chegado a este ponto de sufoco.
É ridícula a forma como não me sais da mente, como sou constantemente assombrada por lembranças dos nossos momentos. E tenho tantas saudades tuas, porra! Não me consigo esquecer daquela noite, que me olhaste nos olhos, e me disseste “Que queres que te diga? Que gosto de ti? Sim, gosto!”. Como queria ter-te beijado! A noite estava gelada, eu tinha a alma gelada, e o teu beijo ia acabar com este inverno que se tinha instalado no meu coração. Queria-te (e quero-te?) tanto. Mas tive tanto medo. Ignorar era cada vez mais difícil, estava a por tanta coisa em risco, e mesmo assim era como se uma força imaginária apertasse o meu coração e me obrigasse a respirar apenas o teu nome. Rio-me de mim mesma ao lembrar das tuas mensagens, em que dizias que davas tudo para estar comigo, e agora nem és capaz de me cumprimentar… Se soubesses como isso me magoa. Como é que fomos de íntimos a desconhecidos tão rápido? Acho que nunca te entendi, e mesmo assim estou aqui, a sentir a tua falta. Deixou de ser só sexo para mim ao fim de pouco tempo, e eu não quis perceber isso, não quis admitir que estava a apaixonar-me por um playboy.
Já não posso desabafar com mais ninguém, porque simplesmente disse que estava bem, que já tinha passado e que me estava a cagar para tudo. Mas não estou. Eu não sei o que quero, não sei o que sinto nem que ‘merda’ provocaste em mim, mas hoje será a última vez. Hoje morreste-me, e eu não quero mais lembrar de ti. (Até daqui a umas horas)
sábado, 8 de novembro de 2014
Again and again
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Manhãs submersas em recordações e saudades, a sonhar calada tudo o que quis e nunca tive, mais o que mereço mas ainda não alcancei."
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
pequeníssimo desabafo
domingo, 27 de abril de 2014
Nothing at All
Contigo aprendi que por vezes, é preciso levar-mos uma "chapada de luva branca" para aprender-mos e nos consciencializar-mos que nada é um mar de rosas. Aparenta ser, é verdade. Contigo aprendi que nada é o que parece. Contigo aprendi que as palavras mais sinceras ditas ao luar
se podem transformar nas palavras mais hipócritas e falsas, contigo aprendi a ter duas caras. A cara de menina, inconformista e sem perceber o porquê de uma questão de quilómetros estragar qualquer relacionamento, e a cara de mulher, valente, guerreira, capaz de perceber que um homem a sério jamais aguentaria um amor assim, resistente ao frio da cama, à erosão do tempo, ao inimigo chamado relógio, à ausência de uma presença sólida. Hoje, perante ti sou uma Mulher, perfeitamente capaz de suportar a falta disso tudo desde que compensada nos nossos momentos a dois. Porque tu, por muitos defeitos que tenhas (só passados meses desvendados) eras tão capaz de saber aproveitar cada instante, não era assim? Esta é uma questão que se bem explorada dava muito pano para mangas, nem vou entrar por aí. Hoje este post serve, única e exclusivamente para te criticar e humilhar, para tirar de mim um peso de cima dos ombros e sobrecarregar-te a ti. Durante estes meses todos nunca te preocupaste com o meu estado, nem como eu estaria sem ti, como estaria a lidar com a doença, com a escola, como eu estaria a gerir tudo, sem o teu apoio que seria fundamental.
Eu caí, eu fiquei na merda. Eu rastejei por ti. Eu sujeitei-me por ti. Mas também sobrevivi. Não foi fácil como é evidente, mas agora penso, nunca mereceste tal consideração, não vales nada. Não és homem, não és nada. Rigorosamente nada.
E o pior, sim, o pior é que ainda ocupas um bocado de mim. Não te amo, não gosto de ti, mas já foste tudo e assim sendo, vais significar sempre uma parte. Uma parte que eu gostaria de falar com orgulho e se algum dia tiver de te recordar vai ser com o maior desprezo. Faz o teu papel na sociedade, já não te resta muito mais. Trata bem a mulher com quem te identificas agora, fixa-te nas tuas ideias e cria objectivos, senão vais magoá-la e acabar sozinho, como acabarias se dependesse de mim. Mais uma vez a minha cara de mulher revolta-se perante ti, não mereces qualquer ingenuidade da minha parte, porque já a tiveste toda e desperdiçaste-a.
terça-feira, 1 de abril de 2014
"O Livro dos Loucos"
Não receies o que desejas. Não abdiques do que sentes. Não desistas do que pensas. Não te consoles com prémios de consolação. Os prémios de consolação são um desconsolo. A euforia é orgasmo da alma. Há quanto tempo não te vens?"
"O Livro dos Loucos", de Pedro Chagas Freitas
domingo, 9 de março de 2014
for you, written for you
domingo, 24 de novembro de 2013

Se me conhecesses saberias que me incomoda bastante quando está frio e que tenho sempre as mãos geladas, saberias que quando fico nervosa ,as frases saem mal construídas e que digo coisas sem sentido, ias de certeza reparar que a primeira coisa que faço quando chego a casa e descalçar-me e ir ao frigorífico, e que entrelaço sempre as pernas nas cadeiras para me conseguir sentar como deve ser. Ias notar pequenos detalhes como eu me agarro ao telefone por tudo e por nada as vezes só para ver fotografias, ias notar que dou muito valor a coisinhas pequeninas ou pequenos gestos que chegam perfeitamente para me por a sorrir e que a mínima palavra que digas com maldade me pode magoar e deixar-me semanas a pensar. De cor poderias dizer que sou de extremos que o meu olhar diz tudo e que nunca digo o que realmente penso ou sinto.
Notavas de certeza que prefiro não ver e não saber das coisas porque prefiro viver na ignorância do que no sofrimento.Finalmente ias começar a perceber que quando retribuída dou tudo de mim e que sou mais forte do que pareço, já que a minha força cresce das atitudes.
Na incerteza fica o dia que poderás confirmar tudo isto.



